30 April 2015
29 April 2015
People are afraid of themselves, of their own reality; their feelings most of all. People talk about how great love is, but that’s bull…Love hurts. Feelings are disturbing. People are taught that pain is evil and dangerous. How can they deal with love if they’re afraid to feel? Pain is meant to wake us up. People try to hide their pain. But they’re wrong. Pain is something to carry, like a radio. You feel your strength in the experience of pain. It’s all in how you carry it. That’s what matters. Pain is a feeling. Your feelings are a part of you. Your own reality. If you feel ashamed of them, and hide them, you’re letting society destroy your reality. You should stand up for your right to feel your pain.
Jim Morrison
26 April 2015
What is known to be my biggest struggle...
Home is not where you were born; home is where all your attempts to escape cease.
Naguib Mahfouz
25 April 2015
23 April 2015
22 April 2015
A elegância
À medida que vamos crescendo, vamos apurando e compreendendo algumas definições por nós próprios, ou assim deve ser... Penso (outra & outra & outra vez) em "elegância", que continua a ser uma das minhas palavras preferidas - prado e alma são outros exemplos; gosto de palavras com vogais, pequeninas, suaves, que me remetem para a essência, coisas "bonitas" e simples.
A minha definição de elegância foi mudando ao longo dos anos, prova disso é este mesmo blog, cuja " the E. word" representa isso mesmo (Elegance). Percebo hoje, pelo menos é assim que está a minha definição da palavra neste momento, que, a quem atribuo o adjectivo de elegante, está muito longe do meu alcance. Tornou-se aliás uma das qualidades que mais aprecio numa pessoa (homem e mulher), principalmente mulheres (por nenhuma razão em especial, excepto que quando penso em Elegância, penso em duas mulheres em particular da minha vida), porque vai mesmo muito para além do que se vê... Dizia eu que penso em duas mulheres que me fascinam desde criança (uma delas foi minha professora primária - já referida aqui) e que só agora percebo porquê. Numa tentativa de a pôr em palavras, diria que é a forma de falar, o tacto, a suavidade, a calma, o sorriso, o saber estar, o saber vestir (sim, também!), o saber falar, a pertinência dos assuntos falados e a sua matéria e perspectiva, a meiguice, o foco no que é importante, a delicadeza, a forma como fumam (!), a entrega aos outros (ambas com uma vida de entrega aos outros), o bom gosto, as mãos, o corpo e os passos de bailarina... e por aí. Estas duas mulheres apresentam-se logo com uma forma de falar muito diferente de todas as outras pessoas e tudo isto "se topa" de longe!...
Como se tudo isto não fosse bastante, uma delas tem agora uma casa de sonho, no meu lugar de sonho. Consegui fotografá-la meia "às escondidas" um destes dias a fazer umas contas, murmurando, muito serena, sozinha, a fumar o seu cigarro, a mirar o seu castelo (que tenho vindo a fotografar e me delicio com todas as evoluções e trabalhos nada invasivos no meio, muito orgânico), muito... elegante.
Como se tudo isto não fosse bastante, uma delas tem agora uma casa de sonho, no meu lugar de sonho. Consegui fotografá-la meia "às escondidas" um destes dias a fazer umas contas, murmurando, muito serena, sozinha, a fumar o seu cigarro, a mirar o seu castelo (que tenho vindo a fotografar e me delicio com todas as evoluções e trabalhos nada invasivos no meio, muito orgânico), muito... elegante.





















